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A maioria dos visitantes de Cingapura nunca vai além de Sentosa, perdendo as praias intocadas e a rica biodiversidade das Ilhas do Sul, a apenas 30 minutos de distância. Mais de 80% dos viajantes citam a falta de informação como a principal barreira, levando a oportunidades perdidas e alternativas lotadas. A dificuldade de lidar com horários de balsas irregulares ou chegar e encontrar pouca infraestrutura pode transformar o que deveria ser uma fuga tropical em um passeio estressante. Essas ilhas sem carros oferecem uma chance única de vivenciar Cingapura como era no passado – com coqueiros balançando, recifes de coral e vilas de pescadores – mas apenas se você souber planejar direito. Os locais mantiveram essas ilhas como seu segredo melhor guardado por gerações... até agora.

Como pegar as balsas sem perder tempo
O Marina South Pier é o ponto de partida para as ilhas, mas os horários das balsas são limitados e variam conforme a temporada. Nos fins de semana, há mais serviços, mas também mais multidões – a balsa das 10h30 para a Ilha de St. John costuma esgotar às 9h. Viajantes experientes compram passagens de volta logo ao chegar no pier para garantir o horário desejado. Durante os meses do festival anual na Ilha Kusu (setembro a novembro), há balsas extras, mas é preciso reservar online com antecedência. O segredo dos locais? Pegue a primeira balsa de ida e a última de volta para maximizar o tempo na praia e evitar o movimento intenso do meio-dia entre as ilhas St. John e Lazarus. Quem tem enjoo deve saber que a travessia pode ficar agitada na monção, de novembro a fevereiro.
Encontrando a praia perfeita para você
Cada ilha do Sul oferece experiências costeiras distintas que muitos turistas nunca descobrem. A praia de 700 metros de areia branca e fofa da Ilha Lazarus rivaliza com as melhores do Sudeste Asiático e fica quase vazia nas manhãs de semana. Para mergulhadores, os recifes das Ilhas Sisters abrigam peixes-palhaço e estrelas-do-mar na maré alta – leve seu próprio equipamento, pois não há aluguel. A Ilha Kusu tem um santuário de tartarugas e um antigo templo chinês, perfeito para um mergulho cultural entre banhos em lagoas calmas. A dica de mestre? Leve um piquenique do Satay by the Bay, pois as opções de comida nas ilhas se resumem a uma barraca básica na Ilha St. John, que costuma esgotar ao meio-dia. Quem chega cedo pode avistar lagartos-monitores tomando sol nas praias desertas de Lazarus.
Evitando os 3 maiores erros nas ilhas
Visitantes de primeira viagem subestimam o sol tropical intenso dessas ilhas expostas. Com pouca sombra além de alguns coqueiros, queimaduras estragam mais passeios do que balsas perdidas – os locais sempre levam guarda-sóis portáteis e protetor solar eco-friendly. Segundo erro? Achar que a infraestrutura é como a de Sentosa. As ilhas mantêm um charme rústico, sem caixas eletrônicos, chuveiros limitados e sinal de celular instável. Por fim, muitos ficam só no píer da Ilha St. John, sem saber que uma caminhada de 15 minutos pela passarela leva às praias superiores de Lazarus. Dica profissional: baixe mapas offline com trilhas antes de partir, pois a sinalização é mínima. Ecossistemas frágeis proíbem sacolas plásticas – use recipientes reutilizáveis.
Vale a pena alugar um iate particular?
Embora as balsas custem menos de S$20 ida e volta, charters privados valem a pena para grupos de 6+ pessoas que querem visitar áreas restritas, como os pontos de mergulho de Pulau Hantu. Passeios ao pôr do sol ignoram horários de balsas e permitem nadar com plâncton bioluminescente à noite – algo impossível no transporte público. Porém, para a maioria, as balsas comuns são suficientes, já que as ilhas são compactas. A exceção? Ocasiões especiais, como ancorar em enseadas privativas de Lazarus com refeições inclusas. Operadores licenciados oferecem pacotes de 4h com equipamento de mergulho e caiaques, mas reserve com 2 semanas de antecedência na alta temporada. Todos os barcos devem ancorar em áreas designadas para proteger os recifes que tornam essas águas tão cristalinas.